Ficha técnica
- Fórmula química
- (Mg, Fe)₂SiO₄ (silicato de magnésio e ferro)
- Dureza
- 6,5–7 na escala de Mohs
- Sistema cristalino
- Ortorrômbico
- Cor
- Verde, verde-amarelado, marrom
- Principais localidades
- Estados Unidos, Noruega, Mianmar e Paquistão
- Usos comuns
- Gema (peridoto), material refratário, areia industrial e fornos de alta temperatura
Introdução
A olivina, conhecida por seu belo tom verde, é um silicato comum que se forma nas profundezas do manto terrestre. É mais conhecida como a gema peridoto e tem grande importância geológica por estar presente nas rochas do manto e por seu papel nos processos tectônicos.
Formação
A olivina se forma principalmente em rochas ígneas máficas e ultramáficas, como basalto, gabro e peridotito, em condições de alta temperatura. Ela cristaliza a partir de magma rico em magnésio e ferro. A olivina também pode ser encontrada em meteoritos, o que fornece informações sobre a composição de outros corpos celestes.
Tipos e cores
A olivina costuma aparecer em tons de verde a verde-amarelado, devido ao seu alto teor de magnésio, enquanto a olivina rica em ferro pode parecer mais amarronzada. A variedade da olivina de qualidade gemológica é conhecida como peridoto, valorizado por seu verde vibrante e por sua limpidez.
Localidades e mineração
Há depósitos importantes de olivina nos Estados Unidos (Arizona), na Noruega, em Mianmar e no Paquistão. Esses locais são conhecidos por produzir cristais de olivina e de peridoto de alta qualidade. A olivina também é extraída de rochas ultramáficas e minerada para usos industriais.
Aplicações
A olivina tem várias aplicações importantes:
– Gema: O peridoto, a variedade de olivina de qualidade gemológica, é usado em joalheria por sua cor verde marcante.
– Material refratário: Por seu alto ponto de fusão, a olivina é usada em aplicações refratárias, incluindo revestimentos de fornos.
– Areia industrial: A areia de olivina é usada em fundição de metais, jateamento abrasivo e como componente de fornos de alta temperatura.
– Indicador geológico: A presença de olivina nas rochas pode indicar condições e processos geológicos específicos, o que a torna valiosa para estudos geológicos.






